
Estavamos nós, conversando, até que alguém chega e ddiz que teria no sábado, como se fosse uma festa, de solteiros, no meio da praça, e você quase que imediatamente já anunciava que iria, eu estava pensando ainda em ir, e quando me decidi, chamei meu irmão, para irmos juntos, seria melhor. Chegando lá, te vi de relance, junto com um amigo, e uma garota, mas tudo bem, eu não quueria atrapalhar nada. Me sentei ao lado de meu irmão, e começamos a conversar, pessoas passavam, eu comprimentava, porém mal prestava atenção, mantia meu olhar fixo em você. De repente o seu amigo saiu de lá, e eu me distrai um pouco, mas em uma fração de segundos quando olhei novamente, estavam, você e a garota nús, no meio da praça, como se não houvesse ninguém em torno de vocês. Imediatamente meus olhos se entupiram de lágrimas, mas eu não podia deixá-las escorrerem pelo meu rosto, eu havia prometido pra mim mesma que nunca mais iria chorar por ti, ao menos não mais enquanto as outras pessoas estivessem me observando. Foi então que me decidi que iria distrair-me de vez, talvez dar um passeio, mas em menos de 5 minutos eu e stava de volta, e olhei novamente pra vocês, e estavam ali, do mesmo jeito, no mesmo lugar, foi então que a garota se levantou, sem roupa nem nada simplesmente foi embora, você se vestiu e fingiu que nada estava acontecendo, mas estava com um simples toque de tristeza entre seu rosto indecifrável. Como é um sonho, não sei como, nem por que, uma porta apareceu praticamente na minha frente, e como eu não tinha nada a perder entrei nela. Quando entrei, percebi que era um quarto, e como só tinha eu, resolvi colocar as mágoas pra fora, não conseguiria segurar mais mesmo, então comecei a chorar, e em pouco tempo, você entrou no quarto, eu tentei limpar as lágrimas e fingir que nada sentia no momento, simplesmente estava grossa contigo, fria, e você fingia não entender nada, perguntava o que estava acontecendo, e eu virava as costas, ignorava e só. Mas você insistiu, queria saber o por que daquela ignorancia toda, e eu nervosa, respondia, gritava e esperniava, mas ao menos explicava o que era, estava na cara que eu ainda o amava, e era só olhar nos meus olhos pra ver isso. Você abaixou a cabeça e me entregou um pedaço de papel, não tinha como entender aquilo, mas decidi o abrir, nele estava escrito algo parecido com ''ele não conseguiu, pronunciava seu nome, você tem sorte'', então você disse que a garota que estava contigo disse para entregar o bilhete a quem fosse a dona do nome tão doce que você dizia, a que você amava, no caso, eu. Eu fiquei contente com aquilo, por dentro, tentava não demonstrar por fora, mas a felicidade transbordoudos meus limites. Eu pulei em você, e te dei um longo beijo, e fim. é, sonhos.